quinta-feira, 26 de maio de 2011

Capitão Barbossa: O mundo já foi um lugar muito melhor.


Capitão Jack Sparrow: O mundo continua o mesmo, só há menos razões para se viver nele.


Piratas do Caribe

quarta-feira, 25 de maio de 2011

‎[...]Se você permanecer sempre no presente será um Homem feliz[...] A vida é uma festa, um grande festival, porque ela é sempre e apenas o momento que estamos vivendo. - O Alquimista pag. 142

terça-feira, 24 de maio de 2011

' Aprendi através da experiência amarga a suprema lição: controlar minha ira e torna-lá como o calor que é convertido em energia. Nossa ira controlada pode ser convertida numa força capaz de mover o mundo! '
Mahatma Gandhi.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Que os mortos me ajudem a suportar o quase insuportável, já que de nada me valem os vivos.
Clarice Lispector.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Diz o livro dos meus provérbios que “é dos sábios mudar de opinião”. Mas é também sábio dizer que mudar de opinião, não raro, é ação dos covardes...
Prates.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Você se surpreende ao perceber o quanto pode suportar.

sábado, 7 de maio de 2011

Um homem meio explosivo, mas um grande homem. Esteja com Allah Tio Bin. 

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Par ou Ímpar.

O princípio de tudo é ímpar, mas a vida, feita de pares. É duplo. Nada existe, nada está e nada pode sem um par. É par pra tudo!
É o doce e o salgado, o mar e suas ondas, o céu e a terra, o sol e a chuva, o sujo e o limpo, o bom e o ruim, o duro e o mole, o garfo e a faca, a xícara e o pires, o mastro e a bandeira, a pose e a foto, o pulso e o relógio, o tapa e a dor, o beijo e o gosto, a folha e a caneta, o lápis e a borracha, a mesa e cadeira, a cama e o colchão, a noite e o dia o lado A e o lado B,a Bela e a Fera,o lustre e a


lâmpada, a calçada e a rua, o dedo e o anel, o sorriso e o dente, a língua e a fala, o braço e o abraço, a mão e o aperto, o leve e o pesado, o fechado e o aberto, a vida e a morte.


E todo tempo passa sempre com um par para aquele que era ímpar. Não importa o tempo, que, aliás, também tem um par, a distância. Não importa como, se rápido ou demorado, mas existirá, de alguma forma ou sentido, um par para aquilo que, no princípio, era único e sozinho.


Pense na moeda que, de pé, não fica em pé e, deitada mostra um lado que, por si só, já diz que está lá do outro lado. Seja cara ou coroa, são dois lados de uma mesma moeda, porque tem par. Ela não existe nem tem valor se apenas for dado a ela um único lado, seja um ou outro. Ela precisa ser inteira, ainda que deitada. Tudo volta ao princípio. Deitado ou em pé, de manhã ou de tarde, no almoço ou na janta, um xis ou um cachorro, refri ou cachorro, refri ou cerveja, é Coca ou Pepsi, é dando que se recebe a moeda em troca do trabalho.


Tem gente que não acredita, a verdade e a mentira, tem gente que duvida, a dúvida e a certeza, tem gente que aposta, a vitória e a derrota, tem gente pra tudo, os legais e os trouxas. Enfim: tem gente e, se tem gente, também tem par, e o par da gente é aquele ímpar que naquele instante passou tão perto e que antes estava longe, que deu um frio na barriga (e, se deu frio, tem calor), que do nada (e, se tem nada, tem tudo) fez a vida nunca mais ser como era antes (e, se tem antes, tem depois). Mas o depois agora já tem par, porque a vida é par e não ímpar, diferente da brincadeira de criança, em que só pode ganhar o par ou o ímpar.


Na vida, vence o par, seja o par perfeito ou imperfeito, enfim, o amor (porque, se existe amor, existe ódio, mas amor e ódio são tudo na vida). Se existe um, existe o outro, se é par ou ímpar, 1, 2, 3 e já. Dois deu par. Ganhei.


Everton Cunha, Mr. Pi.