Capitão Barbossa: O mundo já foi um lugar muito melhor.
Capitão Jack Sparrow: O mundo continua o mesmo, só há menos razões para se viver nele.
Piratas do Caribe
quinta-feira, 26 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Diz o livro dos meus provérbios que “é dos sábios mudar de opinião”. Mas é também sábio dizer que mudar de opinião, não raro, é ação dos covardes...
Prates.
Prates.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Par ou Ímpar.
O princípio de tudo é ímpar, mas a vida, feita de pares. É duplo. Nada existe, nada está e nada pode sem um par. É par pra tudo!
É o doce e o salgado, o mar e suas ondas, o céu e a terra, o sol e a chuva, o sujo e o limpo, o bom e o ruim, o duro e o mole, o garfo e a faca, a xícara e o pires, o mastro e a bandeira, a pose e a foto, o pulso e o relógio, o tapa e a dor, o beijo e o gosto, a folha e a caneta, o lápis e a borracha, a mesa e cadeira, a cama e o colchão, a noite e o dia o lado A e o lado B,a Bela e a Fera,o lustre e a
lâmpada, a calçada e a rua, o dedo e o anel, o sorriso e o dente, a língua e a fala, o braço e o abraço, a mão e o aperto, o leve e o pesado, o fechado e o aberto, a vida e a morte.
E todo tempo passa sempre com um par para aquele que era ímpar. Não importa o tempo, que, aliás, também tem um par, a distância. Não importa como, se rápido ou demorado, mas existirá, de alguma forma ou sentido, um par para aquilo que, no princípio, era único e sozinho.
Pense na moeda que, de pé, não fica em pé e, deitada mostra um lado que, por si só, já diz que está lá do outro lado. Seja cara ou coroa, são dois lados de uma mesma moeda, porque tem par. Ela não existe nem tem valor se apenas for dado a ela um único lado, seja um ou outro. Ela precisa ser inteira, ainda que deitada. Tudo volta ao princípio. Deitado ou em pé, de manhã ou de tarde, no almoço ou na janta, um xis ou um cachorro, refri ou cachorro, refri ou cerveja, é Coca ou Pepsi, é dando que se recebe a moeda em troca do trabalho.
Tem gente que não acredita, a verdade e a mentira, tem gente que duvida, a dúvida e a certeza, tem gente que aposta, a vitória e a derrota, tem gente pra tudo, os legais e os trouxas. Enfim: tem gente e, se tem gente, também tem par, e o par da gente é aquele ímpar que naquele instante passou tão perto e que antes estava longe, que deu um frio na barriga (e, se deu frio, tem calor), que do nada (e, se tem nada, tem tudo) fez a vida nunca mais ser como era antes (e, se tem antes, tem depois). Mas o depois agora já tem par, porque a vida é par e não ímpar, diferente da brincadeira de criança, em que só pode ganhar o par ou o ímpar.
Na vida, vence o par, seja o par perfeito ou imperfeito, enfim, o amor (porque, se existe amor, existe ódio, mas amor e ódio são tudo na vida). Se existe um, existe o outro, se é par ou ímpar, 1, 2, 3 e já. Dois deu par. Ganhei.
Everton Cunha, Mr. Pi.
É o doce e o salgado, o mar e suas ondas, o céu e a terra, o sol e a chuva, o sujo e o limpo, o bom e o ruim, o duro e o mole, o garfo e a faca, a xícara e o pires, o mastro e a bandeira, a pose e a foto, o pulso e o relógio, o tapa e a dor, o beijo e o gosto, a folha e a caneta, o lápis e a borracha, a mesa e cadeira, a cama e o colchão, a noite e o dia o lado A e o lado B,a Bela e a Fera,o lustre e a
lâmpada, a calçada e a rua, o dedo e o anel, o sorriso e o dente, a língua e a fala, o braço e o abraço, a mão e o aperto, o leve e o pesado, o fechado e o aberto, a vida e a morte.
E todo tempo passa sempre com um par para aquele que era ímpar. Não importa o tempo, que, aliás, também tem um par, a distância. Não importa como, se rápido ou demorado, mas existirá, de alguma forma ou sentido, um par para aquilo que, no princípio, era único e sozinho.
Pense na moeda que, de pé, não fica em pé e, deitada mostra um lado que, por si só, já diz que está lá do outro lado. Seja cara ou coroa, são dois lados de uma mesma moeda, porque tem par. Ela não existe nem tem valor se apenas for dado a ela um único lado, seja um ou outro. Ela precisa ser inteira, ainda que deitada. Tudo volta ao princípio. Deitado ou em pé, de manhã ou de tarde, no almoço ou na janta, um xis ou um cachorro, refri ou cachorro, refri ou cerveja, é Coca ou Pepsi, é dando que se recebe a moeda em troca do trabalho.
Tem gente que não acredita, a verdade e a mentira, tem gente que duvida, a dúvida e a certeza, tem gente que aposta, a vitória e a derrota, tem gente pra tudo, os legais e os trouxas. Enfim: tem gente e, se tem gente, também tem par, e o par da gente é aquele ímpar que naquele instante passou tão perto e que antes estava longe, que deu um frio na barriga (e, se deu frio, tem calor), que do nada (e, se tem nada, tem tudo) fez a vida nunca mais ser como era antes (e, se tem antes, tem depois). Mas o depois agora já tem par, porque a vida é par e não ímpar, diferente da brincadeira de criança, em que só pode ganhar o par ou o ímpar.
Na vida, vence o par, seja o par perfeito ou imperfeito, enfim, o amor (porque, se existe amor, existe ódio, mas amor e ódio são tudo na vida). Se existe um, existe o outro, se é par ou ímpar, 1, 2, 3 e já. Dois deu par. Ganhei.
Everton Cunha, Mr. Pi.
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